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domingo, 6 de junho de 2010

Ida de parte das instalações dos Jogos Olímpicos para a Zona Portuária representa mais de 8 mil unidades habitacionais na região


Jornal O Globo, 20/05/2010
http://oglobo.globo.com/rio/rio2016/mat/2010/05/20/ida-de-parte-das-instalacoes-dos-jogos-olimpicos-para-zona-portuaria-representa-mais-de-8-mil-unidades-habitacionais-na-regiao-916644458.asp

Considero bem interessante essas mudanças no Projeto Olimpico para ocupar as áreas da cidade que já tem infraestrutura! Se considerarmos 3 pessoas por UH, estamos falando de um acréscimo de 24 mil pessoas que morarão na área portuária. 

Porém ainda não consegui identificar como essas pessoas se conectarão com a cidade existente? Deve ser teletransporte, mágica... porque até agora não ouvi falar de nenhuma modalidade de transporte de massa contemplando essa área!

domingo, 2 de maio de 2010

A nova âncora do Porto


Finalmente alguma noticia bem intencionada!! Ao inves de criar mais cidade onde ainda não tem, a intenção a fazer cidade onde já tem infra-estrutura e assim, estimular a revitalização de uma área que precisa muito! Não fazia sentido nenhum investir bilhões de todas as esferas de governo no Porto e ao mesmo tempo estimular instalações olimpicas na Barra! Nenhuma cidade que teve uma oportunidade de revitalização como essa deixou passar: Barcelona, Lisboa, Londres, etc... Um dia aprenderemos a discutir previamente o que se quer da cidade antes de buscar investimento, ao inves de correr para contornar uma situação que já foi aprovada!

ps:  Ainda falta tratar de um transporte de massa no Porto!


quarta-feira, 28 de abril de 2010

Região da Rua Funchal tem mais helipontos que pontos de ônibus

Mais um bom exemplo do que a falta de planejamento urbano com alternativas para transporte de massa pode gerar para a cidade.  Quem pode anda de helicoptero! Quem não pode, se vira para chegar de qualquer jeito!


sábado, 24 de abril de 2010

Estações de Metrô Elitizam Entorno - Jornal Estado SP 15/04/10

Essa é uma contribuição do Eng. Carlos Paiva.  "artigo publicado no jornal Estado de SP, em 15 de abril de 2010, com base em artigo publicado na revista de Engenharia, em 2009: Distribuição da População na Região Metropolitana de São Paulo". É uma noticia que mostra claramente como as infra-estruturas de transportes de massa modificam a dinâmica das áreas urbanas.  A compreensão deste fenômeno é fundamental para diminuir a segregação urbana e social.

sábado, 17 de abril de 2010

Sem espaço, SP procura novo centro financeiro

Essa operação urbana paulista é um otimo exemplo para reflexão porque a Cidade do Rio de Janeiro pretende realizar o mesmo processo com a Área Portuária.  Há a saturação tanto do trafego quanto de construções na área da operação urbana mesmo com terrenos vazios.  O modo de circulação estimulado foi o rodoviário individual com a sendo a Ponte Estaiada o grande símbolo.  Fica o recado, operações urbanas ambiciosas como essa sem transporte de massa se saturarão em curto espaço de tempo com baixos padrões de qualidade ambiental para quem frequenta esse lugar.

domingo, 4 de abril de 2010

Cidade funcional deve ter múltiplos centros, diz senador francês

Mais um exemplo de que investimento dispersão estratégicas de centros multiplos, investimento em transporte público e moradia social devem ser inseridos em um contexto de pensamento coletivo de cidade para realmente proporcionar qualidade de vida para os cidadãos. Essa entrevista foi realizada com um politico (senador) francês durante sua visita ao World Urban Forum 5.


  

segunda-feira, 8 de março de 2010

Os “rurbanos” contra a natureza

Esse artigo trata de um fenômeno mundial que assume diversas nomenclaturas.  Este caso nomeia-se  "rurubanização" , no entanto, já li como "metrópoles difusas". Elas tratam da expansão urbana de forma extensiva ou pouco compacta, caracterizado por baixas densidades, extensão até os limites metropolitanos/municipais, localização dispersa, segregação em uso do solo mono-funcional, ascensão de um tipo de estilo de vida, maior proximidade com a natureza, necessidade de mais espaço para unidades residenciais e altamente dependente do carro.  

Não precisa nem enfatizar que o planeta não tem recursos para proporcionar essas condições de moradia e deslocamento para todos os seus habitantes... 

sexta-feira, 5 de março de 2010

Subúrbio alemão vive sem carros

Essa experiência de VAUBAN (http://www.vauban.de/info/abstract.html), Alemanha foi premiada na categoria inovação ambiental pela Revista Time em 2009. É um ótimo estratégia de desenvolvimento dos subúrbios sem a dependência do uso do automóvel. O interessante é que a Alemanha tem uma altíssima taxa de motorização da população e nem por isso, negligencia suas diretrizes de desenvolvimento urbano amigáveis a transporte publico, pedestre e ciclovias.

Essa noticia serve de recado para nós, Brasileiros, porque a Alemanha mantém diretrizes urbanisticas claras, mesmo sendo o 4º maior mercado do consumo de automóveis. Enquanto no Brasil, se já enfrentamos sérios problemas de deslocamento nas maiores cidades com a 5º colocação o que irá acontecer com a expansão do mercado de automóveis e aumento de motorização da população?

quinta-feira, 4 de março de 2010

Turistas demais pode ser algo ruim? Na Toscana, talvez

Essa noticia é antiga (23/12/2007) porém o projeto do aeroporto ainda não foi abortado e continua provocando diversos protestos (vide o abaixo- assinado em http://www.facebook.com/group.php?gid=8334668106). Esse tambem é um caso clássico de impactos que uma infra-estrutura de transporte, no caso o aeroporto, pode provocar em áreas sensíveis como Siena. Será que esse patrimônio histórico irá suportar quantidades de visitantes maiores com essa facilidade de acesso?

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Moradores se mobilizam contra shopping de luxo

Essa noticia de 24 de Janeiro é um pouco antiga, mas a estreia não poderia deixar de mostrar um problema típico de transporte/uso do solo.
Este caso se dá em São Paulo, no entorno da Shopping Cidade Jardim, e trata dos impactos positivos e negativos do empreendimento no seu entorno imediato.
Para planejar a cidade de forma coerente é preciso dominar o conhecimento destes impactos para que as medidas compensatórias não se restrinjam ao que não diz respeito ao mérito: mobilidade dos usuários.
Aproveitando a primeira dica da Arq. Tatiana Letier Pinto, segue a publicação da materia!!